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Reprodução

O serviço de reprodução do GHV oferece os meios necessários ao diagnóstico precoce das patologias reprodutivas e um acompanhamento contínuo da gestação dos nossos animais.

 

Laboratório: 

 – Citologias vaginais: através da realização de um esfregaco vaginal e a posterior observação ao microscópio da citologia efectuada, podemos identificar a fase do ciclo reprodutivo. 

 – Doseamento de progesterona: Esta hormona que, é produzida pelos ovários, pode ajudar a determinar a altura ideal para cruzar a cadela.

 – Avaliação do sémen: A contagem dos espermatozóides dá uma indicação acerca da fertilidade do cão.


Imagiologia:

– Ecografia ovárica: Em cadelas que sofrem de problemas de ciclicidade ou de fertilidade, as ecografias ováricas permitem identificar perturbacões relacionadas com a ovulação, quistos e tumores ováricos. A ecografia uterina permite diagnosticar infecções uterinas (piometras), tumores uterinos, etc.

 

  

Ecografia prostática e testicular: possibilita o diagnóstico das patologias nos machos como o criptorquidismo, HPB, tumores prostaticos e testiculares.

Ecografia como diagnóstico fiável de gestação e controlo da viabilidade fetal.


Radiografia abdominal: Permite a detecção de massas abdominais ou aumento uterino.

Possibilita a contagem fetal após o 45º dia.

 

 

 

 

  

Cruzamento e inseminação:

– Exame antes do cruzamento

– Inseminação artificial com sémen fresco

– Inseminação artificial com sémen refrigerado

– Inseminação artificial com sémen congelado


Para além dos meios de diagnóstico e técnicas referidas anteriormente, o HVA possui também todos os meios para responder prontamente a emergências reprodutivas, como em situações de parto complicado e outras emergências cirúrgicas.

 

 

  

   


 

Quando castrar e porquê castrar o seu animal

A castração está indicada por volta dos 7 meses no cão e no gato. A esterilizacão das gatas está recomendada antes do primeiro cio (6 meses de idade). Nas cadelas depende da raça, raças pequenas atingem a maturidade mais cedo, daí fazer-se a esterilizacão mais cedo (6 meses de idade). Raças grandes atingem a maturidade mais tarde por isso a esterilizacão está recomendada logo após o primeiro cio ou aos 12 meses de idade.

 

A castração e a esterilizacão do seu animal doméstico apresenta vários benefícios a nível da saúde. Hoje em dia é considerado o método contraceptivo mais seguro.

No caso das fêmeas, a esterilizacão (remoção do útero e ovários), elimina o risco de aparecimento de piómetra (infecção uterina), neoplasia ovarica e uterina e ovários poliquisticos. Sabendo que os tumores de mama são altamente estimulados pelas hormonas reprodutivas (substancias libertadas pelos ovários), outra vantagem, é a diminuição da incidência do carcinoma mamário que ocorre tanto em gatas como em cadelas não esterilizadas e já de idade avançada. A título de curiosidade a ocorrência de tumores de mama em cadelas que são esterilizadas antes do primeiro cio é de 0.05%. Cadelas esterilizadas entre o primeiro e o segundo cio e cadelas esterilizadas após o segundo cio apresentam, respectivamente. 8% e 26% taxas de ocorrência. Num estudo científico feito em gatas verificou– se que, fêmeas intactas com mais de 2 anos, apresentam um risco de aparecimento de tumor de mama 7 vezes superior ao das gatas esterilizadas antes do primeiro cio.


A castração dos cães apresenta como principal vantagem a prevenção da hiperplasia prostatica benigna (patologia prostática mais frequentes em cães velhos).

Nos gatos as principais vantagens residem no controlo comportamental como urinar fora do caixote e lutas entre gatos e  diminui taxa de atropelamentos visto que se tornam animais mais caseiros.


Breves instruções para criadores

Recomendações.

– Proceda a um exame geral do macho e da fêmea antes do cruzamento (conselhos de reprodução, detecção de malformações do aparelho genital feminino e masculino, etc.)

– Anote a data da monta para saber quando deve esperar o parto.

– Cruze a fêmea com um macho do mesmo tamanho, de forma a evitar cachorros de maiores dimensões, que tragam complicações no parto.

– Alimente com ração de boa qualidade e em quantidades necessárias durante a gestação e amamentação.

– Desparasite a fêmea 15 dias antes do parto, sob supervisão do Médico Veterinário, e repita cada 15 dias, juntamente com a ninhada, até ao desmame.

– Proceda a uma consulta para ver estado geral da fêmea gestante (se tem leite suficiente, se glândula mamária tem sinais de infecção, etc.)

– Radiografar após os 45 dias de gestação para realizar uma contagem de fetos. Saber o número de fetos será útil na altura do parto.

– Ecografia na segunda metade da gestação permite avaliar a viabilidade fetal (batimentos cardíacos).

– Mantenha a ninhada num sítio abrigado e seco.

– Proceda a pesagem diária da ninhada. A perda do peso ou a falha no ganho de peso é um  primeiro sinal de doença.

– Inicie as primeiras vacinas às 6 semanas e proceda ao correcto reforço indicado pelo Médico Veterinário (21 dias de intervalo até aos 4 meses).

– Até a vacinação estar completa não exponha a ninhada a sítios públicos (rua, parques, contacto com outros animais, etc)

– Uma vez retirado um cachorro da ninhada, caso seja devolvido, não colocar de novo no grupo, de forma a evitar riscos de contaminação.


Chegou a altura do parto. Como proceder?

Para ter uma previsão do dia do parto é importante saber a data em que ocorreu a ovulação. A gestação tem a duração aproximada de 63 dias. No entanto, o intervalo entre o cruzamento e o parto pode variar entre 56 a 70 dias.

É extremamente importante que a fêmea, no período pré parto, se sinta num ambiente familiar e calmo. O stress pode levar a complicações durante parto e logo levar ao stress fetal.

A iminência do parto pode ser detectada a partir da libertação do pigmento placentário verde escuro–  uteroverdina–  que ocorre por descolamento das placentas. Outra forma de detectar o parto é através da medição da temperatura rectal. O método ideal é anotar a temperatura 3 a 4 vezes por dia na última semana de gestação. Normalmente ocorre a diminuição de temperatura (1 grau) 12 a 24h antes do parto

Em cerca de 70% dos casos o parto ocorre durante a noite. A duração do parto é muito variável: depende da raça, do tamanho da ninhada e se a fêmea é ou não primípara. Em média o parto dura entre 4 a 8h.


Quando se pode considerar parto complicado (distócia)?

– Se não ocorrer o nascimento 24h após a data prevista (diminuição da temperatura).

– Se não ocorrer o nascimento 30 a 60 minutos depois do início de contracções activas.

– Se for visível a membrana fetal por 15 minutos ou mais.

– Se o cachorro/gato se apresenta de rabo terá de nascer rapidamente ou morrerá por asfixia. Agarre-o com um pano e puxe com cuidado e continuamente fazendo um ângulo de 45 graus, para baixo, com a cadela.

– Se o intervalo entre 2 nascimentos sucessivos for de 3 ou 4 horas.

– Se demorar cerca de 24h a expulsar a ninhada inteira no caso dos cães e 36h no caso dos gatos.

– Se não apresentar contracções (inércia uterina) ou contracções fracas e infrequentes.

–  Se chora ou morde a vulva ou flancos.

– Se demonstra depressão, fraqueza ou corrimento vaginal sanguinolento excessivo.


– Em todas as situações anteriores CONTACTE– NOS. A distócia é uma emergência médico-cirúrgica. 



Quando o cachorro/gatinho nascer e se a mãe não se mostrar interessada, principalmente quando se trata do primeiro parto, terá que intervir: 

– Caso o cachorro continue dentro das membranas rasgue-as com os seus dedos ao longo das costas.

– Limpe o liquido da boca e nariz e sopre para estimular a respiração.

– Se não estiver a respirar esfregue o cachorro com uma toalha, abane-o  e sopre na boca e narinas para estimular a respiração.

– Coloque– o numa caixa com botija de água quente.

– Assim que a mãe se mostrar interessada coloque-o junto desta para iniciar a amamentação.



Ciclo Reprodutivo básico do cão e do gato


Cadela

Na cadela a puberdade é caracterizada pelo aparecimento do cio pela primeira vez. O aparecimento do primeiro cio depende da idade e da raça da cadela. Em geral, o cio é manifestado pela primeira vez quando a cadela atinge aproximadamente dois terços do seu peso adulto final. As raças de pequeno porte normalmente têm o primeiro cio entre os 6 e os 8 meses de idade. Em algumas raças grandes ou gigantes o cio pode aparecer apenas aos 12 ou 20 meses de idade. Nas raças medias é mais frequente entre os 8 e os 12 meses de idade.

De uma forma geral as cadelas têm cio de 6 em 6 meses. No entanto, existem inúmeros factores que podem influenciar a duração deste intervalo:

– Variações raciais: por exemplo as cadelas Pastor Alemão ou Rottweiler podem entrar em cio todos os 4,5 ou 5 meses. Por outro lado, cadelas da raça Collie ou Labrador exibem cios todos os 8 ou 9 meses. Algumas raças primitivas, como o Basenji africano, apenas têm um cio por ano. 

Está provado que existe uma influência genética muito forte, por isso, uma cadela que exiba cios muito espaçados pode transmitir esta característica à sua descendência.

– Variações ambientais: O ambiente ou o clima pode afectar o aparecimento do cio, mas ao contrário das lobas, espécie em que a reprodução é claramente sazonal, as cadelas são capazes de se reproduzir durante todo o ano. Contudo, verifica-se que em climas amenos existe um grande número de cadelas que entram em cio no final do Inverno ou na Primavera.

–  Idade: Os cios tendem a ser menos frequentes nas cadelas mais velhas. Na maioria das vezes, a expressão clínica dos cios torna-se tão pouco evidente (“cios silenciosos”), que alguns proprietários pensam erradamente que as suas cadelas já não ciclam. Uma cadela em idade avançada pode ficar gestante por isso há que ter cuidado.


Os cios são caracterizados pela presença de corrimento vulvar sanguinolento e pela atracção dos machos. Podem ser divididos em 2 fases:

– Proestro: Esta primeira fase, durante a qual a cadela está em cio mas não aceita o macho, é bastante variável em duração: de 3 a 4 dias a 3 semanas. Ocorrem alterações físicas como tumefacção vulvar e corrimento sanguinolento.

– Estro: Corresponde à segunda fase do cio. Fase em que a cadela está receptiva aos machos. Este período pode variar na duração: algumas cadelas aceitam os machos por poucas horas, outras por mais de uma semana. 

– Diestro: Fase que dura mais ou menos 2 meses e que ocorre após o cio, quer tenha ocorrido ou não a cópula. Recusam os machos. Esta fase é conhecida como diestro, metaestro ou fase lútea. Fase lútea por referência aos corpos luteos, que são estruturas ováricas que produzem a progesterona.

– Anestro ou repouso sexual: Fase que segue o diestro. Dura aproximadamente 2 a 3 meses antes de entrar novamente em cio. 

– Inter– estro: Período que separa dois períodos de cio sucessivos. Prolongado em cadelas de idade avançada e após o parto.


Cão

A puberdade nos machos é alcançada com o aparecimento dos primeiros espermatozóides no sémen, e pela tentativa de em acasalar com as fêmeas. Normalmente ocorre entre os 5 e os 8 meses de idade, mas depende da raça (raças peuqenas mais precoces que as raças grandes).

É importante salientar que a puberdade não coincide com a capacidade de fecundar. Nos cães muitos jovens o sémen é pobre em espermatozóides, são necessários alguns meses para que o sémen atinja um bom nível de qualidade. Sendo assim está desaconselhado utilizar um cão como reprodutor antes dos 6 a 12 meses. Os machos de raças gigantes podem não ser completamente férteis até atingirem os 15 a 24 meses de idade.


Gatos

As gatas são animais poliéstricas sazonais. Isto significa que o cio é influenciado pela estacão do ano, geralmente na estacão mais quente, em que os dias são mais longos, e que apresenta vários períodos de cio nestas épocas (poliéstrica). O cio pode durar de 5 a 14 dias em épocas quentes e em épocas menos quentes pode durar entre 1 a 6 dias. As raças de pêlo longo são menos influenciadas pela duração do dia do que as gatas de pêlo curto.

A estacão do ano em que o aparelho reprodutor da fêmea está em descanso também é regulada pela duração do dia.

O aparecimento do primeiro cio é muito variável, depende da raça, idade, e época do ano que o animal nasceu.  Normalmente aparece quando atinge o peso de 2,3 a 2,5Kg (em média aos 7 meses). Em raças de pêlo longo pode aparecer mais tarde (entre os 12 e os 18 meses). Se a gata nasce 1 mês antes da época de calor, o mais provável, é que só entre em cio na época de calor seguinte.

As gatas apresentam ovulação induzida, ou seja, só ovulam após o cruzamento, enquanto que nas cadelas e nas mulheres, o ovário, em determinada fase do ciclo reprodutivo, liberta 1 ou mais óvulos. Se após o cruzamento o cio persistir significa que não ocorreu fecundação e a gata não está gestante.

As gatas apresentam o cio, aproximadamente, a cada 21d, e pode durar cerca de 5-7 dias.

O aparecimento do cio nas gatas é influenciado pela presença de um macho ou de outras gatas em cio. Por isso num gatil pode suceder várias gatas entrarem em cio ao mesmo tempo.

O primeiro cio depois de uma gestação geralmente ocorre 8 dias após o desmame, em média 8 semanas após o parto.

A idade reprodutiva pode ir até aos 14 anos.


Os machos atingem a sua maturidade sexual em média aos 9 meses, com um peso aproximado de 3,5Kg. Apresentam as mesmas variáveis das fêmeas, podendo mesmo atingir os 12-18 meses.

Muitos gatos demonstram comportamentos de cópula, simulam o cruzamento aos 4– 5 meses, mas a produção de espermatozóides só tem inicio aos 5-6 meses.


Está contra– indicado o cruzamento de fêmeas no primeiro cio, o ideal é por volta dos 16 a 18 meses. Os machos devem ser usados como reprodutores só por volta dos 12 a 13meses.


Doenças mais frequentes

Cadelas e gatas

Piometra

A piómetra (pio-pus metra-útero)  é uma infecção do útero. Esta patologia uterina constitui o estágio final do complexo hiperplasia endometrial quistica. É mais frequente em fêmeas adultas, com mais de 5 anos de idade e não castradas. Alguns estudos defendem que a piometra ocorre com uma frequência 3 vezes superior em cadelas do que em gatas. A administração de anticoncepcionais (como o caso da pílula) aumenta substancialmente o risco de piometra.

O endometrio (mucosa que reveste a cavidade uterina) apresenta uma sensibilidade exagerada a progesterona. A progesterona é uma hormona feminina responsável pela manutenção da gestação. É produzida em grandes concentrações estando a fêmea gestante ou não e circula no sangue durante 45 a 75 dias após o cio. A progesterona aumenta o risco de infecção bacteriana em úteros não gestantes. A Escherichia coli é a bactéria mais comum nas infecções uterinas.

Existem 2 tipos de piometra: piometra aberta e piómetra fechada. A piometra aberta é acompanhada de corrimento vaginal purulento ou sanguinolento, constante ou intermitente e com muito mau odor. Na piómetra fechada, o cérvix impossibilita a passagem do conteúdo uterino, não apresentando qualquer tipo de corrimento tornando-se uma situação mais grave, visto que os donos não identificam o problema numa fase precoce do seu desenvolvimento. As fêmeas com piómetra fechada podem ficar gravemente doentes, podendo ocorrer ruptura uterina, o que põem em risco a vida do animal.

Os sintomas da piometra tornam– se evidentes geralmente 4 a 10 semanas após o cio, ou em fêmeas que utilizam habitualmente anticoncepcionais. Os sintomas são iguais tanto para cadelas como para gatas. Os sintomas mais comuns são: Corrimento vaginal, perda de apetite ou anorexia, vómitos, febre, depressão, letargia, perda de peso, aumento da ingestão de água (polidipsia) e aumento da produção de urina (poliuria). A septicemia (infecção bacteriana generalizada), a toxemia associadas a uma insuficiência renal podem ser complicações graves podendo levar à desidratação severa, colapso e morte.

O diagnóstico de piometra baseia-se nos sinais clínicos e em alguns exames complementares como análises ao sangue e urina que normalmente são compatíveis com uma infecção e permitem avaliar se outros órgãos foram afectados pela doenca. O aumento do útero, que ocorre tanto em piometras abertas ou fechadas, é detectado quer numa radiografia abdominal como numa ecografia.

O tratamento de eleição passa pela remoção da fonte de infecção, ou seja remoção dos ovários e do útero (ovariohisterectomia). Antes da cirurgia é necessário a estabilização do animal (fluidoterapia, antibioterapia endovenosa).

A prevenção desta patologia passa pela esterilizacão (ovariohisterectomia) o mais cedo possível na vida do animal.


Criptorquidismo no cão e no gato

No feto, os testículos estão localizados no abdómen, atrás dos rins. Durante a gestação, sob a influência das hormonas masculinas, os testículos devem migrar, atingindo a região inguinal pouco tempo após o nascimento.

Na maioria dos cachorros, os testículos descem para o escroto entre os 10 e os 40 dias após o nascimento.

Na altura das primeiras vacinas o veterinário deve verificar se os testículos estão situados no escroto.

O canal entre o abdómen e o escroto, conhecido como anel inguinal, fecha por volta dos 6 meses de idade. Se aos 6 meses um ou ambos os testículos ainda não desceram falamos de testículos ectópicos ou de criptorquidismo. O testículo criptorquídeo pode ter localização abdominal ou inguinal a nível subcutâneo.

A maior parte dos casos são unilaterais, ou seja, só afecta um testículo, sendo o testículo direito o mais afectado. Suspeita– se de uma componente genética, razão pela qual está desaconselhando a utilização destes animais para fins reprodutivos.

A incidência varia entre 1% e 15% consoante a raça. As raças mais predispostas incluem– se o Boxer, Yorkshire terrier, Caniche, Husky siberiano, Schnauzer e shetland.

Os animais criptorquídeos são normalmente assintomáticos e esta condição detecta -se durante o exame físico numa consulta de rotina.

Os testículos intra-abdominais ou inguinais estão sujeitos a uma temperatura corporal mais elevada,  o que provoca a esterilidade no caso de criptorquidismo bilateral. Para além disso, esta condição pode ter consequências graves para a saúde do animal na medida em que, estes testículos, apresentam uma predisposição 10 vezes superior de desenvolver neoplasias, pelo que se recomenda a  remoção cirurgica do testículo ectópico nos jovens adultos.